Novo na Prolog: Controle de Abastecimento. Feche o custo por km da sua frota.Novo: Controle de Abastecimento  Conhecer o móduloConhecer →
Gestão de pneus

Pneus para ônibus e caminhão: não existe diferença

Luiz Felipe Luiz Felipe 4 min de leitura
Pneus para ônibus e caminhão: não existe diferença

Será que existe diferença entre pneus para ônibus e caminhão? Os pneus de um veículo podem ser utilizados no outro sem problemas?

Seja para realizar uma compra de pneu usado ou se a sua empresa trabalha com os dois tipos de veículos, é importante ter conhecimento sobre como (re)utilizar os pneus da melhor maneira. Uma das informações que você precisa é essa nossa pergunta inicial:

Tem diferença entre os pneus para esses dois veículos? Ônibus e caminhão?

Vamos entrar em mais detalhes. Confira a seguir.

Existe diferença entre pneus para ônibus e caminhão?

Basicamente, a resposta é não. Não existe diferença entre pneus para ônibus e caminhão.

A verdade é que eles podem ser usados em ambos tipos de veículos, desde que os pneus sejam do tamanho e modelo adequado.

Além disso, você deve conhecer os tipos de pneus e considerar também a estrada para escolher uma peça mais adequada. Dito isto, para aproveitar melhor os pneus e evitar que sejam danificados na montagem e desmontagem em diferentes veículos, você precisa seguir algumas diretrizes.

Quais são os cuidados para melhor conservação dos pneus?

Nunca é demais ressaltar o quanto o cuidado apropriado dos pneus ajuda no aproveitamento de vida útil deles. Inclusive, é uma parte importante para estender a vida dos pneus através da recapagem.

E quais são esses cuidados?

Dirigir com cuidado

Você e seus motoristas precisam ter essa consciência: o estilo de direção faz diferença na conta de combustível e manutenção da frota. Incluindo, é claro, os custos com pneus.

Por isso, é preciso dirigir com cuidado e evitar ações que prejudicam os pneus (em muitos casos, sem necessidade). Como a aceleração excessiva, que ultrapassa o limite suportado pela borracha do pneu.

Para entender melhor os limites dos seus pneus, confira as informações na lateral!

Fazer o rodízio de pneus

O rodízio serve para equilibrar o desgaste entre todos os pneus do veículo. Assim, quando chegar a hora da troca, você poderá trocar todos os pneus ao mesmo tempo (ao invés de trocar um por vez, prejudicando o desempenho das peças e do veículo por inteiro).

Balanceamento e alinhamento

Problemas pela falta de alinhamento e balanceamento incluem o desgaste irregular e desigual dos pneus. Eles podem sofrer um desgaste maior na lateral ou ter pontos específicos de desgaste.

Em ambos casos, você aumenta as chances de uma perda precoce da carcaça, pois a recapagem pode ser impossibilitada.

Calibrar os pneus

Manter os pneus na calibragem correta é essencial para a preservação deles. Se estiver mais mole do que deveria, ele irá sofrer danos com mais facilidade e prejudicar o desempenho do veículo, aumentando até o consumo de combustível.

Se estiver muito inflado, ele fica duro demais e chega a levantar as laterais, impedindo que estas fiquem em contato com o chão. É um risco pois tira parte do equilíbrio do veículo e também gera um desgaste maior no centro da banda de rodagem.

Limpar os pneus

Rodar com os pneus sujos pode ser prejudicial, pois as pequenas sujeiras e detritos que ficam no pneu podem causar riscos, rasgos e gerar uma perda de pneu antes da hora. 

Antes de lavar as peças, confirme com os fornecedores quais são os melhores produtos para lavar os pneus. Assim, você inclui a lavagem na rotina da frota com segurança e eficiência.

Conferir o TWI com frequência

Rodar com os pneus abaixo do desgaste máximo é extremamente arriscado. Afinal, quando isto ocorre, o pneu já tem pouca ou nenhuma aderência ao solo.

Ou seja, você corre vários riscos, como o de aquaplanagem, derrapagem e até mesmo multa por condições inadequadas de rodagem.

Portanto, fazer a medição do TWI deve ser uma atividade rotineira na sua frota.

Aliás, a inspeção de pneus, tanto de profundidade dos sulcos (TWI) quanto de pressão, é a base para uma gestão de pneus que realmente funciona.

Como os cuidados com pneus influenciam na economia da frota?

Como já respondemos a sua dúvida e concluímos que não existe diferença entre pneus para ônibus e caminhão, ficamos com uma nova pergunta para você:

Sabia que cuidar dos pneus ajuda a conservar os veículos por mais tempo?

Pois é, como eles são a única parte em contato com o solo, tudo que acontecer com eles impacta o veículo em si.

Se estiverem murchos, vão fazer o veículo “balançar” mais e aumentar a chance de desgastes e danos.

Além de impactar diretamente nos custos com manutenção geral, também tem parte importante na otimização do consumo de combustível. 

Por último, recapar os pneus também é uma forma de aproveitar o pneu por mais tempo e de economizar. Afinal, a recapagem é muito mais acessível do que a compra de um novo pneu.

Que tal conhecer um sistema de gestão de pneus tecnológico que aumenta a produtividade e economia da sua frota? Clica aqui!

Perguntas frequentes

Posso usar o mesmo pneu em ônibus e em caminhão?

Pode, desde que o pneu seja do tamanho e do modelo adequados ao veículo. Não existe uma peça específica para cada um dos dois — o que existe são especificações que precisam bater. Além do tamanho e do modelo, vale conhecer os tipos de pneu e considerar o tipo de estrada em que ele vai rodar, para escolher a peça mais adequada e evitar danos na montagem e desmontagem.

Para que serve o rodízio de pneus?

Para equilibrar, entre todos os pneus do veículo, a forma como eles se desgastam. Com desgaste parecido, chega um momento em que dá para trocar o conjunto inteiro de uma vez, em vez de ir substituindo um pneu por vez — o que prejudica o desempenho das peças e do veículo como um todo. É um cuidado simples, da mesma lista em que estão alinhamento e balanceamento.

O que acontece se o pneu ficar mal calibrado?

Os dois extremos atrapalham. Com pressão abaixo da recomendada, o pneu sofre danos com mais facilidade, prejudica o desempenho do veículo e chega a aumentar o consumo de combustível. Inflado demais, fica duro e levanta as laterais, que deixam de tocar o chão — isso tira parte do equilíbrio do veículo e gera desgaste mais acentuado no centro da banda de rodagem.

Por que conferir o TWI com frequência?

Porque rodar com o pneu abaixo do desgaste máximo é extremamente arriscado: nesse ponto ele tem pouca ou nenhuma aderência ao solo. Os riscos incluem aquaplanagem, derrapagem e até multa por condições inadequadas de rodagem. Por isso a medição do TWI deve ser atividade de rotina na frota, junto com a checagem de pressão — as duas formam a base da gestão de pneus.

Alinhamento e balanceamento afetam a recapagem?

Afetam. A falta de alinhamento e balanceamento provoca desgaste irregular e desigual — maior na lateral ou concentrado em pontos específicos do pneu. Em ambos os casos aumentam as chances de perda precoce da carcaça, porque a recapagem pode ficar impossibilitada. Como recapar sai bem mais barato que comprar pneu novo, preservar a carcaça é o que mantém essa alternativa disponível.

Cuidar bem dos pneus ajuda a economizar em quê?

Em duas frentes. Como o pneu é a única parte do veículo em contato com o solo, o estado dele repercute no restante: pneus murchos fazem o veículo balançar mais e aumentam a chance de desgastes e danos, o que pesa nos custos de manutenção e no consumo de combustível. A outra frente é a recapagem, bem mais acessível do que comprar um pneu novo.

// newsletter

Conteúdo de gestão de frotas, direto no seu e-mail

Artigos sobre pneus, manutenção e operação de frotas. Sem spam.

Leia também

Conheça o Controle de Abastecimento da Prolog e feche o custo por km da frota