Antes de contratar qualquer sistema, faz sentido perguntar: isso funciona para uma operação do meu tamanho? No caso da Prolog, a resposta não é um número mágico de placas, mas existe sim um perfil de operação que coleta os melhores resultados.
Confira a seguir:
- Tamanho ideal é mais do que número de veículos
- A partir de quantos veículos o Prolog começa a fazer sentido
- A diferença entre ter um módulo de pneus e ter gestão de pneus
Tamanho ideal é mais do que número de veículos
Quando falamos em tamanho ideal, o número de veículos é apenas uma das variáveis. O que realmente define se o Prolog faz sentido para uma operação é a combinação de três fatores:
- Volume de pneus sob gestão: quanto maior o volume de ativos, mais rápido o controle manual deixa de dar conta e mais valor um sistema dedicado entrega.
- Existência de borracharia interna: o Prolog foi desenvolvido para operações que têm o controle dos serviços de pneu dentro de casa, sem a borracharia interna, Prolog funciona, mas falta o contexto operacional onde a ferramenta gera mais valor.
- Responsável dedicado à gestão de pneus: não precisa ser um cargo exclusivo, mas precisa existir alguém que responda por essa área. Alguém que de fato faça a gestão e olhe os indicadores, tome decisões sobre recapagem, avalie desempenho de marcas, acompanhe o CPK, e assim por diante.
Quando esses três fatores estão presentes, o Prolog se encaixa como uma luva. Em outros cenários, a ferramenta contribui e entrega bons resultados, mas nem todos conseguem tirar o melhor proveito do que de fato a gente oferece.
A partir de quantos veículos o Prolog começa a fazer sentido
Em termos práticos, a faixa a partir de 50 veículos motorizados é onde o Prolog começa a fazer mais sentido.
Não consideramos número de placas isoladamente (porque reboques e semirreboques fazem parte da frota mas não definem a complexidade da gestão de pneus da mesma forma), o que conta mesmo é o volume de veículos que rodam, consomem pneus e exigem manutenção ativa.
A partir dessa faixa, o volume de pneus ativos, a frequência de serviços na borracharia e a quantidade de dados a serem registrados e analisados tornam a gestão manual inviável se o objetivo for ter controle real.
É claro que frotas menores também se beneficiam de uma gestão de pneus estruturada. A diferença é que, para frotas com 20 ou 30 veículos, nem sempre a presença de uma borracharia interna se justifica ou uma pessoa não consegue olhar apenas para pneus para gerenciar e manter a rotina de inspeções e manutenções ativa.
Em muitos casos, inclusive, uma planilha de controle de pneus bem organizada, processos disciplinados e o auxílio dos motoristas na coleta de dados conseguem manter o controle com qualidade razoável.
O custo-benefício de um sistema dedicado se justifica com mais clareza a partir do momento em que o volume de dados e decisões ultrapassa o que o controle manual consegue absorver.
Outro ponto: operações que já têm uma gestão de manutenção mais estruturada conseguem tirar proveito da solução de Gestão de Pneus com mais rapidez.
A diferença entre ter um módulo de pneus e ter gestão de pneus
Se você já usa um ERP de transporte ou um TMS que tem um módulo de pneus, registra dados e gera relatório, pode estar se perguntando por que precisaria de outra ferramenta.
A diferença está na profundidade.
Um módulo de pneus dentro de um sistema generalista costuma oferecer registro de compras, controle básico de estoque e alertas de quilometragem para troca. Funciona para saber o que a frota tem e quando trocar. É uma visão mais próxima de um inventário do que de um controle.
A Prolog opera em outro nível. A rastreabilidade é individual por número de fogo, com histórico completo de cada pneu: pressão, sulco, serviços realizados, movimentações entre veículos, ciclos de recapagem.
O CPK é calculado por ativo, não por média da frota. Além disso, a análise de causa de descarte mostra por que cada pneu saiu da operação e a aferição digital em campo (com ferramenta própria desenvolvida pela Prolog) se integra automaticamente ao sistema.
Na prática, a diferença é a gestão de pneus baseada em dados: quando você usa um módulo de pneus num sistema generalista consegue ver que gastou R$5.000,00 com pneus no mês. Quando você usa Prolog, consegue entender por que gastou, qual pneu foi descartado antes da hora e por qual motivo (o que leva à insights sobre o que fazer diferente no próximo ciclo).
Se você se reconheceu no perfil, o próximo passo é ver como o Prolog funciona na prática com os dados da sua operação. Agende uma demonstração gratuita e entenda como a solução se aplica à sua frota.