Chapecó não é só o coração agroindustrial de Santa Catarina. É também uma das praças mais relevantes do transporte rodoviário de cargas do Sul do Brasil. Por isso, a Prolog escolheu a cidade para mais uma edição do Prolog Day — seu evento de gestão de frotas itinerante que leva conteúdo técnico, cases reais e conexões estratégicas até o transportador, onde ele está.
No dia 23 de abril de 2026, o Pollen Parque Científico e Tecnológico recebeu centenas de participantes. Gestores de frota, diretores de operação e lideranças de transportadoras da região Sul se reuniram para discutir como aplicar inteligência artificial na rotina da transportadora. Além disso, o evento revelou algo mais amplo: a distância entre tecnologia e operação real está encolhendo. E o setor está mais pronto para esse salto do que muitos imaginam.
Um encontro itinerante que vai até o transportador
O Prolog Day não acontece num único lugar. Pelo contrário, a proposta é ir até quem opera frota no dia a dia — nas regiões onde o TRC de fato acontece, fora dos grandes centros.
Essa lógica de expansão territorial reflete uma estratégia clara da Prolog. Em vez de se posicionar apenas como software de gestão, a empresa quer ser parceira do setor. Presente, acessível e comprometida com o desenvolvimento do transporte rodoviário em todo o Brasil. Chapecó é mais uma cidade nesse mapa. Certamente não será a última.
O resultado dessa proximidade apareceu no perfil de quem estava na sala. Empresas com operações reais, gestores com dores concretas e atenção genuína ao conteúdo desde a abertura.
Da crise do diesel à cadeia do frio: os temas que moveram a sala
O primeiro bloco foi aberto por Kassio Seefeld, CEO da TruckPag, com um painel sobre inovação, cultura e gestão na prática. A fala estabeleceu o tom do dia. Em vez de conceitos distantes, Seefeld conectou visão estratégica com a realidade de quem precisa fechar o mês no azul — gerenciando frota, motorista, pneu e combustível ao mesmo tempo.
Em seguida, o SITRAN trouxe à mesa Marcos Barbieri, da Blue Transportes, e representantes do sindicato. Juntos, debateram o cenário regulatório e econômico do setor: reforma tributária, preço do diesel e o que vem por aí. Para um público que sente cada variação no combustível diretamente no caixa, essa conversa não foi teórica — foi urgente.
Para fechar o bloco, a Neokohm conduziu um painel sobre os desafios de transportar na temperatura certa. Participaram Mychel Lanzarin (Gerente de Qualidade na Marvel Transportes), Uliliam Treméa (Diretor Administrativo da Transportes Treméa) e Luís H. Lorenzi (Diretor Comercial da Neokohm). O tema — cadeia do frio — é um dos segmentos de maior crescimento no TRC. Ainda assim, raramente aparece com profundidade em eventos do setor. A sala notou a diferença.
O coffee que virou pauta
Entre o primeiro e o segundo bloco, o Prolog Day reservou um coffee break estratégico de networking. O intervalo foi desenhado para gerar conexões qualificadas. Gestores de transportadoras de portes diferentes, com desafios em comum, no mesmo espaço — sem formalidade excessiva e sem ruído.
O resultado foram conversas com intenção real e trocas que continuaram até o encerramento. Mais de uma vez, participantes comentaram que aquele momento valeu tanto quanto o conteúdo das palestras. É o tipo de retorno que não aparece no slide, mas define se um evento foi bom ou apenas informativo.do frio e o que cada um desses vetores significa para a operação de uma transportadora em 2026. Não foi uma conversa de palco — foi uma conversa de gestor de frota.
Quando controle de pneus e combustível se encontram no mesmo dado
O segundo bloco começou com Marcelo Tozzo, da Tozzo Transportes, apresentando um case direto da operação. A empresa reduziu custos operacionais relevantes assim que estruturou o controle de pneus com a Prolog. O resultado apareceu no custo por km, na previsibilidade da manutenção e na performance geral da frota.
O case tocou no ponto central do evento: pneu bem gerido reduz consumo de combustível. Na prática, uma frota que monitora pressão, posicionamento e vida útil de cada pneu com dados — e não com intuição — opera com mais controle e menos surpresa. Portanto, os ganhos são mensuráveis e consistentes.
Controle de pneus não é custo fixo. É uma variável que você gerencia quando tem o dado certo.
Para quem quer estruturar esse processo, a Prolog oferece um e-book completo de gestão de pneus e uma planilha gratuita de controle de pneus. Dois recursos práticos para quem ainda faz esse controle no papel ou no Excel.
Na sequência, Yan (Gerente de Field Sales, Prolog), Manzano (Diretor Comercial, TruckPag) e Allan (CEO, Neokohm) mapearam o cenário atual do TRC. Assim, o bate-papo cobriu reforma tributária, aumento do diesel, refrigeração e cadeia do frio — com uma franqueza pouco comum em eventos do setor. Não foi uma conversa de palco. Foi uma conversa de quem opera frota.
Para quem quer dar esse passo com segurança, o Guia da Gestão de Frotas da Prolog é uma referência completa — gratuita e construída para a realidade do transportador brasileiro.
IA na transportadora: não é para depois, é para agora
O encerramento do conteúdo ficou com Anderson Santos, da Prolog App. Sua apresentação — Como aplicar IA na rotina da sua transportadora — deu nome ao mote do evento e foi, provavelmente, a que mais gerou identificação imediata.
A mensagem central foi desmistificar. Inteligência artificial no controle operacional de frotas não começa com um projeto de seis meses. Começa com dado estruturado. E o ponto de entrada mais acessível para a maioria das transportadoras é o checklist eletrônico de veículos.
Um checklist digital bem implementado gera dados em tempo real. Além disso, alimenta análises preditivas de manutenção, identifica padrões de desgaste antes da falha e dá ao gestor a visibilidade que antes só existia nas grandes operações. A partir daí, a IA trabalha com o que o dado revela — não com o que o gestor imagina que está acontecendo.
Para quem quer dar esse passo, o Guia da Gestão de Frotas da Prolog é uma referência gratuita e construída para a realidade do transportador brasileiro.
O que o Prolog Day Chapecó revelou sobre o transportador brasileiro
Eventos assim funcionam como termômetro. E o de Chapecó mostrou três coisas com clareza.
Primeiro: o nível de maturidade dos gestores de frota do interior está mais alto do que o mercado de tecnologia costuma supor. A sala não precisava de conceitos básicos. Queria aprofundamento, numbers e respostas para problemas específicos da operação.
Segundo: a conexão entre pneu, combustível e dado ainda é subestimada. Porém, quando alguém apresenta o case com os números na frente, o reconhecimento é imediato. É uma dor que todo gestor conhece — mas que poucos resolveram com sistematização.
Terceiro: o apetite por tecnologia acessível está crescendo. Não tecnologia como promessa futura, mas como ferramenta que o time usa na segunda-feira. No checklist, no painel de controle, no relatório de custo por km. É exatamente aí que a Prolog opera.
Prolog Day: o mapa continua crescendo
Chapecó foi mais uma cidade. O projeto do Prolog Day é levar esse formato — conteúdo técnico, cases reais, networking qualificado e entrada gratuita — para as praças onde o TRC acontece de verdade.
Consequentemente, cada edição chega mais perto de mais transportadoras. E cada edição reforça o mesmo ponto: tecnologia de frotas não é para grandes empresas. É para quem quer operar melhor — independentemente do tamanho da frota ou da cidade onde está.
Para quem não estava em Chapecó e quer entender o nível de exposição da própria operação, o diagnóstico gratuito da frota é o ponto de partida. Uma análise personalizada sobre diesel, pneus, manutenção e compliance — sem custo.