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Prolog na gestão de pneus: 5 problemas resolvidos

Jean Zart Jean Zart 6 min de leitura
Prolog na gestão de pneus: 5 problemas resolvidos

A maioria dos gestores de pneus convive com os mesmos problemas há anos. Sabe que está perdendo pneu antes da hora, sente que poderia estar comprando melhor, reconhece que o controle em papel ou planilha não dá mais conta, mas adia a mudança porque parece que implementar uma solução exigiria parar a operação e recomeçar do zero.

Não exige.

A Prolog se encaixa na operação que já existe, com a borracharia que já está lá, com a equipe que já trabalha e com os processos que já rodam. O que muda é o nível de controle, visibilidade e inteligência que a operação passa a ter sobre os pneus.

Confira agora os cinco problemas que mais aparecem nas operações que procuram a Prolog (e que a gente, de fato, resolve).

Problema 1: Não saber o CPK real dos pneus

Muitas operações sabem quanto gastaram com pneus no mês, mas não sabem quanto cada pneu custou por quilômetro rodado.

Sem o CPK (custo por quilômetro), a decisão de compra se baseia no preço da etiqueta e o pneu mais barato na compra pode ser o mais caro no ciclo completo. Sem essa métrica, também não dá pra comparar marcas, modelos ou fornecedores com objetividade.

Com o uso do Prolog, o sistema calcula o CPK de cada pneu automaticamente, considerando o valor de aquisição, os custos de recapagem e serviços, e a quilometragem efetivamente rodada.

O sistema faz esse cálculo por pneu individual — rastreado pela marca de fogo —, por marca, por modelo e por perfil de rota.

O gestor passa a ter a resposta concreta para perguntas como “qual marca entrega melhor custo-benefício na minha operação?”. E essa resposta vem dos dados da própria frota, não do catálogo da fabricante.

Problema 2: Descarte prematuro de pneus

Pneus saindo da operação antes de cumprir a vida útil esperada. Carcaças sendo recusadas para recapagem porque passaram do ponto. Descartes sem motivo registrado que impedem qualquer análise sobre por que a perda está acontecendo.

Cada pneu descartado antes da hora é, no mínimo, R$2.200 que saíram sem necessidade (o custo médio de aquisição de um pneu de caminhão).

O sistema acompanha a velocidade de desgaste de cada pneu por meio das aferições de sulco e pressão realizadas com o kit aferidor eletrônico da Prolog.

Com essa base de dados, o sistema projeta quando cada pneu vai atingir o limite, permitindo que a equipe programe a troca ou o envio para recapagem no momento certo, antes que a carcaça se comprometa.

O sistema registra cada descarte com motivo padronizado, o que permite ao gestor identificar padrões: se o problema é mecânico (desalinhamento, suspensão), operacional (rota, carga) ou de fornecedor (marca que não performa).

A Conlog, por exemplo, zerou o descarte antecipado de pneus com a ferramenta de gestão de pneus Prolog.

Problema 3: Falta de padronização na inspeção de pneus

Quando a inspeção de pneus não segue um processo definido, o resultado varia conforme quem executa. Podem acontecer aferições em diferentes intervalos de tempo ou a profundidade dos sulcos medida com métodos diferentes.

O efeito disso é que se e quando os dados chegam à gestão, eles não são comparáveis entre si. E se a base de dados não é confiável, qualquer indicador calculado a partir dela também não é.

O kit aferidor eletrônico da Prolog coleta pressão e profundidade de sulco em um único equipamento, com confiabilidade acima de 99% nos dados. E, mais que isso, o equipamento transmite a leitura via Bluetooth direto pro sistema, sem digitação manual e sem chance de erro de transcrição.

O cronograma de inspeção define a frequência por veículo, e o sistema organiza a fila por prioridade: veículos com mais tempo sem aferição sobem automaticamente pro topo da lista. Quando o aferidor identifica um pneu fora do padrão, o sistema gera a O.S. automaticamente.

Ou seja, o processo inteiro, da coleta ao registro ao acionamento, é o mesmo, independente de quem está na ponta.

Problema 4: Sem visibilidade do estoque e movimentação de pneus

Perguntas simples como “quantos pneus novos temos disponíveis?” ou “esse pneu que saiu pra recapagem há 40 dias já voltou?” dependem de ir ao almoxarifado conferir, porque o controle não acompanha as movimentações em tempo real.

No dia a dia, a equipe faz montagens sem baixa no sistema, carcaças saem pra reforma sem registro de envio e o estoque físico vai se distanciando do que qualquer planilha ou caderno mostra.

Essa divergência é um dos erros mais recorrentes na gestão de pneus e um dos mais custosos, porque compromete desde a decisão de compra até a rastreabilidade dos ativos.

Ao usar um sistema, você passa a ter o rastreio de cada pneu individualmente, desde a entrada no estoque até o descarte. Toda movimentação é registrada no momento em que acontece pelo aplicativo.

Dessa maneira, você tem visibilidade em tempo real de quantos pneus estão aplicados, quantos em estoque, quantos em reforma e quantos foram descartados. Isso elimina a necessidade de contagens manuais periódicas e reduz a divergência entre sistema e realidade.

Problema 5: Gestão em papel ou planilha que não escala

Quando a gestão é feita por processos que envolvem muito trabalho manual na etapa de coleta e registro dos dados, duas coisas podem acontecer: você perder muito tempo mantendo o controle e passando os dados “de um lado pro outro” ou, nem mesmo ter este controle por falta de tempo para conseguir parar e analisar as informações.

Fora outros problemas que poderiam ocorrer no caminho, como a falha no registro das informações, problemas na leitura de informações ao passar pro sistema (nem todo mundo tem uma letra tão legível no papel), e assim por diante.

Com o Prolog, você centraliza todas as informações em uma plataforma acessível via web e aplicativo. Os dados entram na ponta (borracharia, pátio) e ficam disponíveis imediatamente pra análise (escritório, gestão).

Dashboards e relatórios são gerados automaticamente e podem ser exportados ou integrados a ferramentas de BI via API. É a transição do papel pro dado sem que a operação precise parar para acontecer.

E por que a Prolog resolve “sem mudar tudo”

A implementação da Prolog não exige que a operação pare. Ela se encaixa na estrutura que já existe: a borracharia continua funcionando, a equipe continua operando e os veículos continuam rodando.

O processo de implantação começa pelo inventário dos pneus (levantamento do que existe), passa pela configuração do sistema (parâmetros, veículos, filiais) e segue com a capacitação da equipe.

A Prolog também se integra com os sistemas que a operação já usa. A API aberta permite conectar o sistema de gestão de pneus ao ERP, ao BI e a outras ferramentas, eliminando retrabalho e garantindo que os dados fluam entre plataformas.

O que muda não é a operação. É o nível de controle e inteligência que a sua gestão passa a ter sobre um dos seus maiores centros de custo.

Converse com um especialista Prolog para entender como a gente resolve os problemas da SUA gestão de pneus. Estamos te esperando.

Perguntas frequentes

Como saber o CPK real de cada pneu da frota?

O CPK (custo por quilômetro) junta o que o pneu custou na compra, o que ele consumiu em recapagens e serviços e quantos quilômetros rodou de fato. No Prolog, esse cálculo é automático para cada pneu individual, identificado pela marca de fogo, e também nos recortes por marca, modelo e perfil de rota. Sem essa métrica, a compra tende a se guiar pelo preço de etiqueta, e o pneu mais barato pode sair mais caro no ciclo completo.

Como evitar o descarte prematuro de pneus?

Acompanhando a velocidade de desgaste de cada pneu. As aferições de sulco e pressão feitas com o kit aferidor eletrônico da Prolog alimentam o sistema, que projeta quando o pneu vai atingir o limite e permite programar a troca ou o envio para recapagem antes que a carcaça se comprometa. Cada descarte também é registrado com motivo padronizado, o que ajuda o gestor a ver se a causa é mecânica, operacional ou de fornecedor.

Quanto custa descartar um pneu antes da hora?

Cada pneu retirado antes do tempo de vida útil previsto custa, no mínimo, R$ 2.200 — o valor médio pago na compra de um pneu de caminhão. O descarte sem motivo registrado ainda impede analisar por que a perda acontece, e o registro padronizado resolve essa parte. Na Conlog, o descarte antecipado de pneus chegou a zero com a ferramenta de gestão de pneus da Prolog.

Como padronizar a inspeção de pneus?

Definindo um processo único de coleta e registro. Quando a inspeção não segue um padrão, o resultado varia conforme quem executa: aferições em intervalos diferentes, sulco medido de outro jeito e dados que não dá para comparar. O kit aferidor eletrônico da Prolog reúne pressão e profundidade de sulco em um só equipamento e envia a leitura por Bluetooth direto ao sistema, sem digitação manual. O cronograma define a frequência por veículo e organiza a fila por prioridade.

Como acompanhar o estoque e a movimentação de pneus?

Registrando cada movimentação pelo aplicativo no instante em que ela acontece, em vez de conferir o almoxarifado depois. Com cada pneu identificado da entrada no estoque até o descarte, o gestor enxerga quantos pneus estão aplicados nos veículos, quantos seguem em estoque, quantos foram para reforma e quantos já foram descartados. Isso dispensa a contagem manual periódica e reduz a divergência entre o que o sistema mostra e o que existe no pátio.

Implantar o sistema exige parar a operação?

Não. O sistema entra na estrutura que a operação já tem: a borracharia segue funcionando, a equipe segue no mesmo trabalho e os veículos continuam rodando. A implantação parte de um inventário do que já existe em pneus, depois configura parâmetros, veículos e filiais e termina na capacitação da equipe. A API aberta permite integrar o sistema ao ERP, ao BI e a outros programas que a operação já usa, com relatórios e dashboards gerados automaticamente.

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