O Prolog utiliza a marcação a fogo como forma de identificação individual dos pneus e é ela que conecta o pneu físico ao registro digital dentro do sistema. Sem essa conexão, não existe rastreabilidade.
Mas se a sua preocupação é “preciso marcar todos os pneus da frota antes de começar a usar o sistema”, a resposta é não. A marcação acontece de forma gradual, integrada à rotina da borracharia, sem necessidade de parar a operação.
Confira agora:
- Por que o Prolog usa marcação a fogo
- A identificação individual é parte da gestão, não só do sistema
- O que significa “número de fogo” na prática
- “Mas marcar toda a frota antes de começar parece muito trabalho”
- Então, por onde começo?
Por que o Prolog usa marcação a fogo
O Prolog rastreia cada pneu individualmente ao longo de toda a sua vida útil: onde está montado, quantos quilômetros rodou, quantas vezes foi calibrado, quando foi recapado, por que foi descartado. Para que esse rastreamento funcione, cada pneu precisa ter um código único e permanente e é isso que a marcação a fogo garante.
Esse processo de identificação dos pneus consiste em gravar um número na lateral do pneu usando um jogo de algarismos metálicos aquecidos. O resultado é uma identificação visível, durável e que não se perde com o uso, com a lavagem nem com o desgaste natural do pneu.
É o método mais confiável para frotas de veículos pesados, onde o pneu opera sob condições severas e qualquer forma de etiqueta ou adesivo tende a se deteriorar rapidamente.
Esse número gravado (o número de fogo) é o que o borracheiro lê na hora do serviço, o que o sistema registra em cada movimentação e o que permite ao gestor consultar o histórico completo de qualquer pneu da frota.
A identificação individual é parte da gestão, não só do sistema
A marcação a fogo não é uma exigência criada pela Prolog. É uma necessidade de qualquer gestão de pneus que pretenda ir além do controle por volume.
Sem identificação individual, o gestor sabe que a frota tem 500 pneus. Mas não sabe quais são: qual pneu está em qual veículo, em qual posição, há quanto tempo, com quantos quilômetros. Não sabe qual rendeu mais, qual marca performou melhor na operação, qual carcaça foi aprovada na recapagem e qual foi recusada.
Sem esse nível de rastreabilidade, não é possível calcular CPK por pneu, não é possível identificar desperdício individual e não é possível tomar decisão de compra ou descarte baseada em dados. O controle fica limitado a percepção e volume e isso não sustenta gestão em frotas com dezenas ou centenas de veículos.
O Prolog é o sistema que organiza e processa esses dados, mas os dados nascem na marcação do pneu. É por isso que ela é indispensável.
O que significa “número de fogo”
O número de fogo é o código único gravado em cada pneu da frota. Funciona como o CPF do pneu e é o que individualiza aquela unidade dentro de todo o inventário.
No dia a dia, o número de fogo aparece em cada etapa da operação:
- Na borracharia, o borracheiro identifica o pneu pelo número de fogo antes de qualquer serviço. A calibragem, o rodízio, o reparo, a montagem e a desmontagem são registrados vinculados àquele número.
- No sistema, cada movimentação fica associada ao número de fogo. O gestor consulta o histórico do pneu e encontra tudo: pressões aferidas, posições ocupadas, serviços realizados, quilometragem acumulada.
- Na recapagem, o número de fogo acompanha a carcaça até a recapadora e volta com ela. O ciclo de recapagem fica registrado no mesmo histórico.
- No descarte, o motivo da saída é documentado vinculado ao número de fogo. A operação sabe por que cada pneu saiu da frota e essa informação alimenta decisões futuras de compra e fornecedor.
A marcação a fogo é o que torna tudo isso possível.
“Mas marcar toda a frota antes de começar parece muito trabalho”
Parece um grande trabalho, e se fosse necessário fazer tudo de uma vez, você poderia ficar ansioso mesmo. Mas não é preciso marcar todos os pneus antes e nem no dia da implementação do Prolog, esse processo pode ser gradual.
A implementação do Prolog não exige que 100% dos pneus estejam marcados no dia da ativação. O processo mais comum é marcar e cadastrar os pneus de forma gradual, aproveitando os momentos em que o pneu já está sendo manuseado na borracharia.
Na prática funciona assim: quando o veículo entra na borracharia para qualquer serviço (calibragem, rodízio, inspeção, troca), os pneus que ainda não têm marcação recebem o número de fogo e são cadastrados naquele momento.
O borracheiro já está com o pneu na mão, então o esforço adicional é mínimo.
Em frotas com atendimento regular na borracharia, esse processo faz com que a maior parte dos pneus esteja identificada e cadastrada dentro de poucas semanas, sem precisar criar um mutirão de marcação que paralise a operação.
Para pneus novos que entram na frota a partir da implementação, a marcação é feita antes da primeira montagem e passa a ser parte do processo de entrada, não uma atividade extra.
O esforço inicial existe, mas é diluído na rotina. E a cada pneu marcado e cadastrado, o sistema ganha mais dados e a gestão ganha mais visibilidade.
Então, por onde começo?
Se você está avaliando contratar a Prolog e a marcação a fogo era uma preocupação, o caminho é mais simples do que parece:
Nosso sistema é configurado e ativado com o cadastro inicial dos veículos e das posições de pneus. A equipe da borracharia recebe treinamento sobre o processo de marcação e cadastro. E a marcação acontece de forma gradual, integrada aos atendimentos de rotina.
Em poucas semanas, a base está formada e os indicadores começam a refletir a realidade da operação.
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