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Gestão de frotas

Como fazer a gestão de sinistro na frota

Jade Zart Jade Zart 4 min de leitura
Como fazer a gestão de sinistro na frota

Na frota, a gestão de sinistro nem sempre recebe a atenção que deveria. Na maioria dos casos, eles são tratados como qualquer outro tipo de risco nas operações de transporte.

“O que diferencia um sinistro de outro tipo de risco?” é uma pergunta que talvez você tenha feito. Resumidamente, são aqueles tipos de acidentes e ocorrências em que existe uma seguradora envolvida para realizar o pagamento de indenização à empresa.

Entenda ainda melhor, a seguir:

O que é um sinistro na frota?

Um sinistro é definido pela ocorrência de um acidente ou qualquer dano a um bem segurado. Na frota, podemos entender, por exemplo, como acidentes de trânsito involuntários durante uma operação de transporte.

Ainda que o acidente seja involuntário, ele pode ser de responsabilidade do motorista ou da gestão da frota, como nos casos de acidentes por falhas mecânicas. Pois o veículo precisa passar pelas inspeções regulares e é obrigação do gestor garantir que elas aconteçam.

Além desse motivo, os sinistros acontecem por uso indevido do veículo e por condições naturais, como as chuvas, quedas de árvores e incêndios.

Os tipos de sinistros mais comuns são:

  • Roubo e furto;
  • Acidentes de trânsito;
  • Danos a terceiros;
  • Causas naturais.

Além disso, é necessário conhecer a classificação de sinistros: 

  • Pequena monta: aqui, estão os tipos mais simples de sinistro, que exigem reparos menores e mais superficiais. 
  • Média monta: nessa monta, o veículo deve passar por uma revisão e análise de reparos, identificando o que comprometeu o funcionamento do veículo e quando estará novamente apto a ser utilizado.
  • Grande monta: são sinistros mais graves, onde ocorre a perda total do veículo.

O que é a gestão de sinistros?

A gestão de sinistros é um conjunto de ações que focam em trazer mais segurança e previsibilidade na gestão de frotas e transporte. Sempre são duas as partes envolvidas: a empresa e a seguradora contratada. 

Quando as atividades são desenvolvidas e implementadas com o intuito de reduzir as chances de um sinistro acontecer ou de dar/receber apoio caso ele aconteça, estamos falando dos processos de uma gestão de sinistro.

Para que serve esse tipo de gestão?

De maneira geral, o objetivo da gestão de sinistros é reduzir as chances de que um sinistro aconteça na operação de transporte. Além disso, também serve para ser uma estratégia de apoio e protocolos sobre como lidar com cada situação definida como um sinistro.

Por esse motivo, é uma área diretamente relacionada à gestão de riscos da frota, onde se identificam os prováveis riscos que a frota pode enfrentar e quais seriam as soluções em cada momento.

Como funciona a gestão de sinistros?

Ela é realizada conforme um acordo determinado com a seguradora, estando pré-definidas as situações em que o seguro irá cobrir os acidentes e por quais tipos de sinistros fica totalmente responsável.

Podemos diferenciar as coberturas de sinistro parcial e integral: 

No parcial, a seguradora cobre apenas parte do problema, enquanto no integral faz um ressarcimento total dos valores arcados com a ocorrência do sinistro.

Como fazer a gestão de sinistro na frota?

É preciso entender os riscos da frota e quais deles se classificam como sinistros. Após levantar essas informações, você deve avaliar quais as melhores medidas a serem tomadas em cada caso, para criar um protocolo de ação.

Mesmo que a ação seja entrar em contato com o seguro, isso deve estar descrito na sua Política de Frotas e os colaboradores da frota devem ser informados. Dessa forma, você garante que os planos sejam cumpridos com eficiência.

Outras ações que você deve considerar para uma gestão de sinistro na frota são os cuidados com os veículos, a realização de manutenção preventiva, roteirização e o monitoramento em tempo real das operações.

O gestor precisa conhecer a fundo o seu plano de gestão de sinistro, pois, em alguns casos, a seguradora pode não cobrir algum tipo específico de sinistro mais complicado de lidar, como os roubos e furtos.

Quais os benefícios de realizar uma gestão de sinistro?

Os benefícios são a redução de imprevistos, maior eficiência nas atividades da frota e geração de economia nas operações de transporte.

Conforme os processos da empresa são esclarecidos e melhor implementados, os problemas são reduzidos consideravelmente, principalmente naqueles que a frota consegue ter mais controle sobre.

Por exemplo, com o planejamento de rotas menos perigosas, na definição dos horários para realizar uma rota e nos cuidados com as condições de rodagem de cada veículo.

Nesse sentido, os prejuízos gerados são a perda de cargas e mercadorias, por vezes até do próprio veículo. A empresa também pode receber processos trabalhistas, dependendo da situação. 

Todos esses fatores, individualmente ou combinados, geram grande desgaste financeiro na frota.

Comece a organizar sua gestão de sinistro na frota e entenda o que mais traz produtividade e economia na rotina das operações de transporte. Faça o download de nosso guia gratuito.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre um sinistro e outro risco qualquer da frota?

A seguradora. Chama-se sinistro a ocorrência de um acidente, ou de qualquer dano, sobre um bem que esteja segurado — na frota, o exemplo típico são os acidentes de trânsito involuntários no meio de uma operação de transporte. O que separa esse caso dos demais riscos é existir uma seguradora que responda pelo pagamento da indenização à empresa. Daí a gestão de sinistros ser uma área ligada diretamente à gestão de riscos da frota, sem se confundir com ela.

Tive um acidente com um caminhão da frota. O seguro cobre tudo?

Depende do acordo determinado com a seguradora: ficam definidas de antemão as situações de acidente que o seguro cobre e os tipos de sinistro pelos quais ele fica totalmente responsável. A cobertura pode ser parcial, quando a seguradora cobre apenas parte do problema, ou integral, com ressarcimento total dos valores arcados. Vale conhecer o plano a fundo — há casos em que a seguradora pode não cobrir um tipo específico mais complicado de lidar, como roubos e furtos.

O que significam sinistro de pequena, média e grande monta?

É a classificação do sinistro conforme a gravidade. Na pequena monta estão os tipos mais simples, que exigem reparos menores e mais superficiais. Na média monta, o veículo deve ser revisado e ter os reparos analisados, para identificar o que comprometeu seu funcionamento e a partir de quando ele volta a estar apto ao uso. Na grande monta estão os sinistros mais graves, aqueles em que ocorre a perda total do veículo.

Como reduzir a quantidade de sinistros na minha operação?

Entendendo primeiro a que riscos a frota está exposta e quais entre eles se classificam como sinistros, para então avaliar as melhores medidas em cada caso e criar um protocolo de ação. Mesmo quando a ação é acionar o seguro, isso deve estar descrito na Política de Frotas e comunicado aos colaboradores. Entram na conta também os cuidados com os veículos, a manutenção preventiva e a roteirização. Conforme os processos são esclarecidos, os problemas caem — sobretudo os que a frota controla.

Que prejuízos um sinistro pode gerar além do conserto do veículo?

Cargas e mercadorias perdidas, às vezes o próprio veículo perdido junto e, dependendo da situação, processos trabalhistas. Individualmente ou combinados, esses fatores geram grande desgaste financeiro na frota. Do outro lado, organizar essa gestão traz menos imprevistos, mais eficiência nas tarefas e economia nas operações — ganhos que aparecem em escolhas como o planejamento de rotas menos perigosas e a definição dos horários para rodar.

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