Novo na Prolog: Controle de Abastecimento. Feche o custo por km da sua frota.Novo: Controle de Abastecimento  Conhecer o móduloConhecer →
Gestão de manutenção de frotas

Peças originais ou de segunda mão: qualidade e garantia

Jade Zart Jade Zart 6 min de leitura
Peças originais ou de segunda mão: qualidade e garantia

Optar entre peças originais ou de segunda mão pode gerar impactos no desempenho e custos da sua frota.

A principal diferença entre essas opções está na qualidade e na garantia oferecida por cada uma. Tanto as peças paralelas quanto de segunda mão costumam ter custos mais baixos, mas podem comprometer a segurança e a eficiência dos veículos.

Por outro lado, as peças originais garantem compatibilidade e alta performance em todos os casos.

Embora as peças paralelas e secundárias ofereçam uma economia inicial, optar por peças originais é a escolha ideal para a durabilidade e confiabilidade da frota.

Entenda mais a seguir:

Qual a diferença entre peças originais e de segunda mão?

As peças originais são aquelas fabricadas e comercializadas pelo fabricante original do veículo, garantindo que atendem às especificações exatas e padrões de qualidade do fabricante.

Enquanto isso, as peças de segunda mão podem cumprir o mesmo papel, mas elas não são peças novas, e podem não ser fabricadas ou garantidas pela montadora do veículo, afetando sua qualidade e durabilidade.

O que são peças paralelas?

Peças paralelas são produzidas por fabricantes que não estão diretamente ligadas à fabricante original do veículo.

De maneira geral, elas têm a mesma função que as peças originais, mas por não serem específicas da fabricante do veículo, podem apresentar diferenças em encaixes, tamanhos e outras características.

Isso pode resultar em desempenho inferior, menor durabilidade e maior risco de falhas quando comparadas às peças originais.

Qual o impacto de usar peças originais na manutenção da frota?

O uso de peças originais na manutenção da frota garante a compatibilidade com os veículos, já que são projetadas especificamente para atender às especificações técnicas estabelecidas pelo fabricante.

Isso resulta na redução de falhas e aumento da disponibilidade dos veículos.

Além disso, peças originais são submetidas a testes de qualidade pela fabricante. E, embora possam ter um custo inicial mais alto, geralmente oferecem um melhor custo-benefício a longo prazo.

A confiabilidade das peças originais também contribui para a segurança da frota, minimizando o risco de acidentes causados por falhas mecânicas.

Outro impacto importante é a garantia oferecida pela fornecedora das peças, que geralmente cobre defeitos de fabricação e possíveis problemas que possam surgir durante o uso.

Como as peças de segunda mão podem afetar os veículos?

O uso de peças de segunda mão pode ter alguns impactos negativos na operação da frota. Essas peças, por já terem sido usadas anteriormente, podem apresentar desgaste e menor durabilidade em comparação com peças novas e originais.

Geralmente, o veículo passa por mais falhas e substituições frequentes quando se usa peças secundárias, o que acarreta ainda em um maior tempo de inatividade dos veículos e custos adicionais de manutenção.

Peças de segunda mão também podem não se encaixar perfeitamente, o que pode levar a problemas mecânicos adicionais e até mesmo a falhas irreversíveis.

Outro fator importante é a ausência de garantias. Ao contrário das peças originais, as peças de segunda mão geralmente não vêm com garantias, o que significa que qualquer falha ou problema será de responsabilidade do gestor da frota.

Vale a pena usar peças paralelas nos veículos da frota?

Geralmente, não vale a pena arriscar o uso de peças paralelas nos veículos da frota, e ainda menos de peças secundárias.

O principal motivo é que as peças paralelas podem não atender às especificações exatas do veículo, mesmo que sejam projetadas para ele, e isso ocorre porque os testes de qualidade e compatibilidade das peças paralelas não são tão rigorosos quanto os realizados pelo fabricante original.

Como consequência, as peças paralelas podem ter um desempenho inferior e ainda causar problemas em outras partes e sistemas do veículo.

Além disso, o uso de peças não originais do fabricante, na maioria dos casos, compromete as garantias gerais fornecidas ao veículo. Isto é, a fabricante passa a se eximir de eventuais problemas de fabricação.

Como gerenciar o uso das peças de caminhão na sua frota?

Faça o controle do inventário

Mantenha um controle preciso do inventário contando, inclusive, com o auxílio de sistemas de gestão específicos — ou de manutenção ou de estoque.

Assim, é mais prático garantir que as peças necessárias estejam sempre disponíveis, evitando atrasos nas manutenções e paradas não planejadas. Com o controle adequado, você estará sempre a par do momento de realizar novas compras evitando tanto a falta quanto o excesso de peças.

Escolha bem os seus fornecedores

Trabalhe com fornecedores confiáveis que ofereçam peças de alta qualidade e garantias adequadas. Uma maneira de avaliar seus fornecedores é por meio da qualidade das peças, cumprimento dos prazos de entrega e suporte pós-venda.

Monitore o desempenho

Utilize indicadores de desempenho, principalmente ligados à manutenção dos veículos, como a taxa de disponibilidade, o custo de manutenção e faturamento (CMF) e o número de manutenções por tipo de serviço.

Acompanhar essas informações permite encontrar padrões e ajustar as práticas de manutenção e escolha de peças.

Mantenha um registro e histórico de manutenções

Registre todas as manutenções realizadas, incluindo detalhes sobre as peças substituídas e os serviços executados.

Esse histórico facilita o rastreamento e identificação de problemas recorrentes, além de auxiliar na tomada de decisões informadas sobre a gestão da frota.

Avalie o custo-benefício das peças utilizadas

Realize análises periódicas de custo-benefício para avaliar se o uso de peças originais, paralelas ou de segunda mão está gerando o melhor retorno sobre o investimento. 

Considere fatores como durabilidade, desempenho e custo total de propriedade ao tomar decisões sobre a aquisição de peças.

Assim, você passa a entender se está utilizando peças que proporcionam uma combinação ideal de qualidade e economia.

Como avaliar o uso de peças originais ou de segunda mão?

Alguns fatores que você pode considerar nessa avaliação são:

Qualidade e desempenho

As peças originais são fabricadas de acordo com as especificações do fabricante do veículo, garantindo compatibilidade e alta performance.

Por outro lado, peças de segunda mão podem ter desgaste prévio e variabilidade na qualidade, afetando negativamente o desempenho do veículo.

Ao utilizar cada tipo de peça em sua frota, acompanhe como o veículo performa durante um determinado período de tempo e tire suas conclusões.

Custo inicial x custo total de propriedade

Considere não apenas o custo inicial das peças, mas também o custo total de propriedade. 

Peças de segunda mão podem ser mais baratas na compra, mas sua durabilidade e confiabilidade menores podem resultar em frequentes substituições e reparos, aumentando os custos de manutenção a longo prazo. 

Peças originais, embora mais caras inicialmente, tendem a oferecer maior durabilidade e menos problemas, resultando em economia a longo prazo.

Garantias e suporte

Verifique as garantias e o suporte oferecidos com as peças. Peças originais geralmente vêm com garantias do fabricante. Peças de segunda mão raramente oferecem garantias, o que pode aumentar os riscos e custos se a peça falhar.
Quer conhecer ainda mais sobre os processos de manutenção e gerenciamento de estoque da frota? Inscreva-se em nosso curso exclusivo para gestores de manutenção. Clique aqui para conhecer e fazer seu cadastro.

Perguntas frequentes

O que são peças paralelas?

São peças produzidas por fabricantes que não estão diretamente ligados à fabricante original do veículo. Em geral cumprem a mesma função das originais, mas, por não serem específicas da montadora, podem variar em encaixes, tamanhos e outras características. O resultado pode ser desempenho inferior, durabilidade menor e mais risco de falhas do que nas peças originais.

Vale a pena usar peças paralelas nos veículos da frota?

Geralmente não vale a pena arriscar, e ainda menos com peças secundárias. O motivo principal é que as paralelas podem ficar fora das especificações exatas do veículo, mesmo quando projetadas para ele, porque seus testes de qualidade e compatibilidade não são tão rigorosos quanto os do fabricante original. Como consequência, podem render desempenho inferior e causar problemas em outras partes e sistemas. Na maioria dos casos, usar peça não original ainda compromete as garantias gerais do veículo.

Como as peças de segunda mão afetam os veículos?

Podem ter alguns impactos negativos na operação. Por já terem sido usadas, podem apresentar desgaste e durabilidade menor que a de peças novas e originais, e o veículo costuma passar por mais falhas e substituições frequentes, o que aumenta o tempo de inatividade e os custos de manutenção. Também podem não encaixar perfeitamente, e isso pode gerar problemas mecânicos adicionais e até falhas irreversíveis. Além disso, geralmente não vêm com garantia, e qualquer falha fica por conta do gestor da frota.

Como avaliar se compensa usar peça original ou de segunda mão?

Comparando qualidade e desempenho, custo inicial e custo total de propriedade, e as garantias oferecidas. Peças de segunda mão podem sair mais baratas na compra, mas a durabilidade e a confiabilidade menores podem gerar substituições e reparos frequentes, elevando o custo de manutenção no longo prazo; as originais, mais caras no início, tendem a durar mais e a dar menos problema. Acompanhar como o veículo se comporta com cada tipo de peça durante um período ajuda a decidir.

Como gerenciar o uso das peças de caminhão na frota?

Mantendo controle preciso do inventário, inclusive com apoio de sistemas de gestão de manutenção ou de estoque, para que as peças necessárias estejam disponíveis e as compras aconteçam na hora certa. Vale escolher fornecedores confiáveis, avaliando qualidade das peças, cumprimento de prazos e suporte pós-venda; acompanhar indicadores de manutenção, como taxa de disponibilidade, custo de manutenção e faturamento (CMF) e número de manutenções por tipo de serviço; e registrar todas as manutenções e as peças substituídas.

// newsletter

Conteúdo de gestão de frotas, direto no seu e-mail

Artigos sobre pneus, manutenção e operação de frotas. Sem spam.

Leia também

Conheça o Controle de Abastecimento da Prolog e feche o custo por km da frota